
Pesquisava artigos, lia livros e quanto mais eu lia e conhecia, mais mudanças aconteciam.
Aprendizagem não rima com mediocridade. Percebi, com embasamento teórico e prático, que as aprendizagens que estava tendo diariamente e que envolviam ou abrangiam desde como se dá a construção do conhecimento até a Educação de jovens e adultos, não mais passavam por mim sem provocar "efeito", alguma "reação"...geralmente de mudança para melhor.
As aulas foram todas importantes, afinal beber da água limpa "direto da fonte" é algo muito bom, também.
Nas aulas de LIBRAS desmistifiquei muitas idéias erradas que tinha tais como: todo surdo é mudo e vice-versa, tratava LIBRAS como uma linguagem e não como língua, tal qual a portuguesa e desconhecia o básico à respeito desta necessidade especial.
Em EJA nos foi possível discutir a situação proposta ao ser criada e a situação atual nada agradável. Fizemos os Banners para apresentação dos trabalhos em grupo e apresentamos em aula, discutindo e mostrando esta situação em que a Educação de Jovens e Adultos encontra-se.
Em Linguagem e Educação uma das partes que mais me chamou atenção foi a questão da fantasia na criança. Estava enfrentando pressão de colegas para encaminhar um aluno para tratamento especializado porque ele fantasiava histórias.
A partir do estudo e das leituras, propus-lhe que escrevesse em um caderno o que fantasiava. O resultado? Ótimas histórias, ao meu ver e ainda hoje ele me encontra na escola e diz que seu caderno está quase cheio.
Concluo esta postagem feliz, pois o "saldo" ao final do semestre foi positivo ao me fazer crescer como pessoa, profissional e principalmente por continuar a mudança, que ao meu ver, deve ser permanente, como educadora...